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Um dia na vida da mulher mato-grossense


Um dia na vida da mulher mato-grossense

O IBGE mostra que o perfil da mulher de Mato - Grosso é comum a qualquer município do estado
Acorda às 6h da manhã, banho rápido e sai  tomando o café, Jeniffer Reis, começa o seu dia. De casa, ela vai para o trabalho em seguida para faculdade e só retorna às oito horas da noite. Esse é apenas um dia da rotina desta cuiabana, parda, de 24 anos, que já  termina sua faculdade e faz estágio.
Foto: Arquivo Pessoal 

Jeniffer representa o perfil típico da mato-grossense segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por isso, em Mato Grosso, essas mulheres representam 49,43% da população.
“Eu sinto muito orgulho de ser mulher, minha avó materna é baiana, a paterna é índia, eu nasci em uma família de sete mulheres. Minha influencia maior é minha avó que veio a pé da Bahia até aqui em busca de trabalho”, conta Jeniffer.

“O número bem maior de mulheres, vivendo na zona urbana, pode representar o reflexo da migração das mulheres jovens para estas áreas em busca de escolarização e trabalho”, afirma o economista, Emanuel Dalbian.

A faixa-etária predominante da mulher mato-grossense é jovem. De 20 a 24 anos e finalizando dois ciclos importantes: o ensino médio e o ensino superior. 

Desta forma, “essas mulheres estão entrando na fase mais apta de começar no mercado de trabalho”, ressalta o economista Dalbian.

“Recentemente eu conquistei meu apartamento, com a ajuda da minha família, não consigo me mudar para lá devido os custos, mas a minha casa onde moro atualmente, é uma kitnet, no fundo da casa da minha mãe”, conta a estudante Jeniffer.

Nos dados econômicos, de 1.706.768 pessoas que têm rendimentos em Mato Grosso no período do censo realizado pelo IBGE, 738.761 são mulheres, porém o rendimento médio mensal da mulher continua mais baixo que o do homem.

Fora os estudos, Jeniffer se dedica ao teatro. “Minha renda vem do colégio onde trabalho há cinco anos e desse projeto que eu sou bolsista na universidade, é pouco, mas dá para sobreviver”, afirma ela, com uma risadinha. E para finalizar, Jeniffer volta para casa, com mais um dia cumprido.

Focas da Federal

“Eu ainda acredito que, se seu objetivo é mudar o mundo, o jornalismo é uma arma mais imediatas de curto prazo”. – Tom Stoppard

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